Ir para o conteúdo
Dra. Glori Guaiato AdvogadaAnalisar meu caso

Direito Imobiliário · Adjudicação Compulsória

Pagou o imóvel, mas o vendedor não passa a escritura?

A adjudicação compulsória pode transferir a propriedade para o seu nome mesmo sem a assinatura do vendedor — em juízo ou, quando não há litígio, direto em cartório. Entenda os requisitos antes de decidir.

Santos/SP e atendimento onlineDra. Glori Guaiato · OAB/SP 491.392
Contrato e pagamento analisadosA prova documental já existe — é o que acelera o caminho
Judicial ou extrajudicialVia em cartório desde 2022, quando não há litígio
Sem promessa de resultadoOrientação transparente desde o início

Resposta direta

O que é adjudicação compulsória?

É o meio jurídico para o comprador que já pagou pelo imóvel obter a propriedade em seu nome quando o vendedor se recusa, não pode ou desapareceu sem outorgar a escritura definitiva. Diferente da usucapião, aqui não se discute posse prolongada — a titularidade já é praticamente certa, o que costuma tornar o procedimento mais rápido quando os requisitos estão presentes.

A Súmula 239 do STJ afastou uma exigência que travava muitos pedidos: o direito à adjudicação compulsória não depende do registro do compromisso de compra e venda no cartório de imóveis, desde que o contrato seja válido, sem cláusula de arrependimento, e o preço tenha sido integralmente pago.

Documentação é o que decide o caminhoContrato válido, prova de quitação e a situação do vendedor (recusa, ausência ou falecimento) definem se o caso segue direto em cartório ou precisa de ação judicial.

Judicial x extrajudicial

Adjudicação compulsória pode ser feita direto em cartório?

Sim, quando não há litígio. O procedimento extrajudicial é regulado pelo Provimento 149/CNJ/2023 e pela Lei 6.015/73 (arts. 216-B e 221), e passa por uma ata notarial que documenta o contrato, o pagamento e a recusa do vendedor, seguida de notificação com prazo de 15 dias para resposta antes do registro.

01 · Extrajudicial

Direto em cartório

Quando não há litígio e a documentação está completa — costuma ser mais rápido e é obrigatória a presença de advogado.

02 · Judicial

Com decisão de um juiz

Necessária quando há oposição, discordância de herdeiros ou dúvida sobre o negócio.

03 · Vendedor falecido

Envolve espólio ou herdeiros

A existência ou não de inventário aberto muda a notificação e a estratégia a seguir.

Como funciona

Da prova de pagamento ao registro em seu nome

O atendimento começa pela análise do contrato e da quitação, e termina com a orientação sobre a via mais adequada.

1

Reunir

Contrato, comprovantes de pagamento e dados do imóvel.

2

Analisar

Requisitos legais, situação do vendedor e existência de litígio.

3

Definir via

Extrajudicial (cartório) ou judicial, conforme o caso.

4

Conduzir

Ata notarial e notificação, ou petição judicial, até o registro da propriedade.

Dra. Glori Guaiato Advogada

"Quando o comprador já pagou e tem o contrato em mãos, a discussão não é se o imóvel é dele — é só formalizar o que já é dele."

Dra. Glori Guaiato

Atendimento em Santos

Análise de adjudicação compulsória em Santos e região

O escritório fica na Vila Belmiro e atende casos de adjudicação compulsória em Santos e região, além de atendimento online para outras cidades. Se a sua situação for de posse sem contrato formal de compra, veja também a análise de usucapião.

OAB/SP 491.392Santos/SP e atendimento onlineAnálise documental e registralOrientação individual
Conhecer a atuação em Direito Civil

Dúvidas frequentes

Informações antes de decidir

O que é adjudicação compulsória?

É a ação (ou procedimento em cartório) que permite ao comprador de um imóvel obter a propriedade em seu nome mesmo sem a assinatura do vendedor, quando o preço já foi integralmente pago e o vendedor se recusa, não pode ou desapareceu sem outorgar a escritura definitiva.

Preciso ter o compromisso de compra e venda registrado no cartório de imóveis?

Não. A Súmula 239 do STJ afastou essa exigência: o direito à adjudicação compulsória não depende do registro do compromisso de compra e venda no cartório de imóveis, desde que o contrato seja válido e o preço tenha sido pago.

Adjudicação compulsória é melhor que usucapião?

Depende do caso, mas quando o comprador já tem contrato e prova de pagamento, a adjudicação compulsória tende a ser mais rápida — a certeza sobre a titularidade já existe, ao contrário da usucapião, que exige comprovar posse prolongada. Veja a análise específica de usucapião se o seu caso envolver posse sem contrato de compra formal.

A adjudicação compulsória pode ser feita direto em cartório?

Sim, desde 2022, quando não houver litígio. O procedimento extrajudicial é regulado pelo Provimento 149/CNJ/2023 e pela Lei 6.015/73 (arts. 216-B e 221), com ata notarial, notificação do vendedor (ou herdeiros) e prazo de 15 dias para resposta antes do registro.

O vendedor faleceu antes de outorgar a escritura. Ainda dá para adjudicar?

Pode ser avaliado. Nesse caso a notificação e a via (judicial ou extrajudicial) passam a envolver o espólio ou os herdeiros, e a existência ou não de inventário aberto influencia a estratégia — é uma situação que exige análise individual.

Quanto custa a análise inicial?

A análise inicial do caso é sempre gratuita. Ela serve para entender a situação do contrato e do pagamento, e avaliar, sem compromisso, se há requisitos para seguir com a adjudicação compulsória.

Análise inicial

Envie os dados básicos do seu caso

O formulário prepara uma mensagem no WhatsApp para a triagem inicial.

  • Não informe senha de acesso a sistemas.
  • Evite enviar documentos pessoais completos nesta etapa.
  • O contato não garante resultado ou contratação automática.

Ao continuar, você autoriza o contato sobre esta solicitação. Documentos serão pedidos somente quando necessários.